quinta-feira, julho 19, 2012

O relógio de Deus não para!

As vezes não entendemos bem o porque tem que ser assim, tão rápido as mudanças em nossas vidas, mas acreditemos que dificuldades nos faz crescer, aprender mais de Deus.
As dificuldades nos aproxima mais de Deus.
Nos faz aprender o que Deus quer.
Diga ao Senhor: "Me ajuda Deus!"
Quanto maior o gigante, maior será a vitória.
A fé nos traz coragem para viver uma vida plena no Senhor e esperar a sua hora.
Não olhe as tempestades, as adversidades, não olhe com exaustão.
Quanto maior a adversidade, maior será a benção.
Não se deixe intimidar!

Sua vida pode ser um manancial de vida.
Não desanime, não desista!
Deus diariamente nos dá desafios que possamos vencer.
Temos dificuldades, quem não as tem?
Mas vencemos todas no Jesus!
Tenha um coração temente a Deus, obediente a Deus.
O Senhor será a sua força, seu escudo e fortaleza!
Não jogue seus projetos fora, busque e realize-os!
Deus escolhe pessoas igual a mim e vc para andar em sua presença.
O Senhor te dá uma terra que mana leite e mel.
Tenha um coração que agrada a Deus.
Deus tem possibilidades para realizar em sua vida, faça a diferença!

[Fonte {http://porvaltermelo.loveblog.com.br/178665/O-relogio-de-Deus-nao-para/}]

sexta-feira, julho 13, 2012

ALIVIADOS NA BATALHA


Texto Base para Leitura Inicial:
6 Portanto, humilhem-se  debaixo da poderosa mão de Deus, para que ele os exalte no tempo devido. 7 Lancem sobre ele toda a sua ansiedade, porque ele tem cuidado de vocês. 8 Estejam alerta e vigiem. O Diabo, o inimigo de vocês, anda ao redor como leão, rugindo e procurando a quem possa devorar. 9 Resistam- lhe, permanecendo firmes na fé, sabendo que os irmãos que vocês têm em todo o mundo estão passando pelos mesmos sofrimentos”.
I Pedro 5.6-9

            O Diabo odeia as pessoas e procura destruí-las, pois ele não suporta a idéia de que Deus as ama e cuida delas. (Ezequiel 28). Todos os crentes estão sendo atacados pelo inimigo e precisam adquirir uma postura de resistência. Essa resistência caracteriza-se pelo posicionamento alinhado com a Palavra de Deus:

“Portanto, submetam-se a Deus. Resistam ao Diabo, e ele fugirá de vocês”.

Tiago 4.7

“… em vocês a Palavra de Deus permanece e vocês venceram o Maligno”.

I João 2.14

Isso pode parecer assustador, mas o inimigo não tem poder sobre aqueles que estão alinhados com a Palavra de Deus:

“… o maligno não o atinge”.

I João 5.18

Infelizmente muitas pessoas não possuem consciência desse ódio do Diabo e das suas intenções destrutivas sobre elas. No entanto ele está ao redor “… como leão, rugindo e procurando a quem possa devorar”.

            Ele procura esgotar nossas forças por meio do Orgulho, da Ansiedade e da Distração e não conseguimos resistir carregando essas coisas. Precisamos nos livrar desses fardos.

Precisamos vencer o orgulho por meio da obediência a Palavra de Deus. “… humilhem-se debaixo da poderosa mão de Deus…”. Vs. 6.

            “Orgulho não é grandeza e sim inchaço, e o que está inchado parece grande, mas não é saudável”. Santo Agostinho.

          O Diabo conhece bem os efeitos destrutivos do orgulho na vida de uma pessoa, ele mesmo experimentou as dores que o orgulho causa, e agora procura aqueles que são orgulhosos para devorá-los.

          A Bíblia diz que:

“Quando vem o orgulho, chega a desgraça…”.

Provérbios 11.2.

“O orgulho vem antes da destruição…”.

Provérbios 16.18.

“O orgulho do homem o humilha…”.

Provérbios 29.23.

Precisamos vencer a ansiedade por meio da confiança em Deus. “Lancem sobre ele toda a sua ansiedade…”. Vs. 7.

            Ansiedade é a antecipação do sofrimento por uma eventual situação de perigo que na maioria das vezes nem se concretiza.

            Reflete ausência de confiança em Deus e de fé.

            “O homem que sofre antes de ser necessário, sofre mais que o necessário” Sêneca (filosofo espanhol contemporâneo de Cristo).

Precisamos vencer a distração por meio da sobriedade. “Estejam alerta e vigiem…” vs. 8.

Numa batalha a distração é sinônimo de destruição. Enquanto saímos de férias e nos divertimos o Diabo continua ativo procurando quem possa tragar.

Conclusão:
Na Batalha contra o inimigo é preciso estar alinhado com a Palavra de Deus para possuir resistência. O alinhamento com a Palavra de Deus tem como base a vitória sobre o orgulho, a ansiedade e a distração.
[Fonte {http://joelstevanatto.wordpress.com/2009/03/13/mensagens-obpc-mandaqui-01032009/}]

quarta-feira, julho 11, 2012

A Auto-Suficiência de Deus


Quando a Bíblia declara que Deus é o Criador do universo, ela indica que Deus mesmo é incriado. Existe uma distinção crucial entre o Criador e a criação. A criação porta o selo do Criador e testemunha de sua glória. A criação, porém, nunca deve ser adorada. Ela não é suprema.

(Salmo 90.2; João 1.1-5; Atos 17.22-31; Colossenses 1.15-20; Apocalipse 1.8)
É impossível que alguma coisa crie a si mesma. O conceito de automação é uma contradição de termos, uma afirmação sem sentido. Peço ao leitor que faça uma pausa e pense um pouco. Nada pode ser autocriado. Nem mesmo o próprio Deus pode criar a si mesmo. Para que Deus pudesse criar a si mesmo, teria de existir antes de si mesmo. Nem mesmo Deus pode fazer isso.
Todo efeito deve ter uma causa. Isso é verdadeiro (por definição). Deus, porém, não é um efeito. Ele não tem um início e, portanto, não tem uma causa antecedente. Ele é eterno. Ele sempre foi ou é. Ele tem, dentro de si, o poder de ser. Ele não necessita de assistência de fontes externas para continuar a existir. Isso é o que se subentende pela idéia de auto-existência. Bem compreendido, trata-se de um conceito sublime e impressionante. Não conhecemos nada que se compare a ele. Tudo o que percebemos em nossa estrutura de referência é dependente e foi criado. Não podemos compreender plenamente algo como auto-existente.
Entretanto, só porque é impossível (por definição) que uma criatura seja auto-existente, não significa que seja impossível para o Criador ser auto-existen­te. Deus, assim como nós, não pode ser autocriado. Deus, porém, diferentemen­te de nós, pode ser auto-existente. De fato, essa é apropria essência da diferen­ça entre o Criador e a criação. É isso que faz dele o ser supremo e a fonte de todos os outros seres.
O conceito de auto-existência não viola nenhuma lei da razão, da lógica ou da ciência. É uma noção racionalmente válida. Em comparação, o conceito da autocriação viola as leis mais básicas da razão, da lógica e da ciência—a lei da não-contradição. A auto-existência é racional; a autocriação é irracional.
A noção de alguma coisa ser auto-existente não só é racionalmente pos­sível, como é racionalmente necessária. Além disso, a razão exige que se algo é, então algo deve ter, em si mesmo, o poder de ser. De outra maneira nada existi­ria. A menos que algo exista em si mesmo, não seria possível existir absoluta­mente nada.
Talvez a questão mais antiga e mais profunda de todas seja: por que existe algo, ao invés de nada? Uma resposta necessária pelo menos para parte desta pergunta é por que Deus existe. Deus existe em si mesmo eternamente. Ele é a fonte e o manancial de toda existência. Só ele tem, em si mesmo, o poder de existir. O apóstolo Paulo declara nossa dependência do poder do ser de Deus para nossa própria existência, quando diz: "Pois nele vivemos, e nos movemos, e existimos" (At 17.28).
[Fonte {http://ministeriopalavradagraca.blogspot.com.br/2011/09/auto-suficiencia-de-deus.html}]

quarta-feira, julho 04, 2012

MELQUISEDEQUE ERA JESUS?


" O sacerdote Melquisedeque não era o Senhor Jesus, mas tem relação com Ele, pois pertence à tipologia bíblica. O Antigo Testamento lançou mão de muitas coisas para servirem de figuras do que aconteceria no futuro, quando o Messias viesse. O apóstolo Paulo, por exemplo, menciona vários acontecimentos da peregrinação do povo de Israel rumo à Canaã e diz que eram figuras espirituais para o nosso ensinamento (1 Co 10.1-12). Algumas dessas figuras são consideradas tipos de Cristo, pois remetem a Jesus. Exemplos disso são o maná e a pedra da qual saiu água para matar a sede do povo no deserto. Paulo declara: E todos comeram de um mesmo manjar espiritual, e beberam todos de uma mesma bebida espiritual, porque bebiam da pedra espiritual que os seguia; a pedra era Cristo.(v.3,4; Jo 8.31,32; Êx 17.6; Nm 20.8; Jo 7.37). Outros exemplos de tipos de Jesus são o cordeiro que era sacrificado sobre o altar; e a serpente de bronze, erguida por Moisés no deserto, para curar os que para ela olhassem com fé (Jo 1.29; 3.14). Pois bem, é a essa categoria que o escritor da carta aos Hebreus se refere ao usar Melquisedeque (7.1-3). Esse sacerdote representava o Senhor Jesus, Sua superioridade e ascendência inegáveis e misteriosas (v.4). O fato de não haver registro escrito da genealogia de Melquisedeque o torna especial, mas não faz dele uma personificação de Cristo. Na verdade, segundo muitos estudiosos, nas vezes em que no Antigo Testamento faz referência à presença de Jesus, usa-se a expressão Anjo do Senhor, como no episódio do sacrifício de Isaque, por exemplo (Gn 22.11-18)."
 [Fonte {http://jesushojeja.blogspot.com.br/2012/06/missionario-rrsoares-responde.html}]

sexta-feira, junho 29, 2012

Como podemos ver a Jesus?

Há uma boa e pequena história para o Natal, que devemos lembrar.. (mesmo estando fora de época).
Havia um pobre sapateiro chamado Martins. Morava numa grande cidade além do mar. Era um homem que amava Jesus e tinha muitas vezes pensado que gostaria de ter Jesus como seu hóspede.
Na véspera do Natal Martins sonhou que ouviu uma voz lhe dizer: - Martins olhe aí nas ruas amanhã, vou chegar.
Quando veio o dia, Martins levantou-se, fez seu culto a Deus, e foi à oficina começando o seu trabalho. Lembrou-se então da voz e começou a olhar para a rua esperando Jesus, mas via-se somente um velhinho raspando a neve da calçada. O homem era muito fraquinho e sofria tanto de frio que mal podia mexer com a pá. Martins pensou: - Enquanto estou esperando o Senhor, vou fazer uma xícara de chá para aquele velho.
Fez o chá, chamou o velho pra dentro, e depois de beberem o chá quente, o velho voltou animado para o trabalho, enquanto Martins começou de novo a procurar Jesus na rua.
Viu então uma pobre mãe com uma filhinha mal embrulhada num xale roxo. Convidou-as a entrar, deixou-as aquecesse ao fogo, deu-lhes comida e uma roupinha para menina, e elas saíram contentes.Quando a mulher tinha ido, Martins continuou a trabalhar, mas pensou que devia estar na hora do Senhor chegar, então saiu na rua de novo.
Uma senhora que vendia maçãs estava sofrendo nas mãos de um rapaz que tentava rouba-lhe a fruta, Martin chamou o menino e deu-lhe conselhos e falou como amigo, até que o menino pediu desculpas à velha, fazendo as pazes.
A noite chegou, Era a hora de deitar-se, secretamente Martins pensou: - O natal passou, mas Jesus não veio. Sentou-se para ler a bíblia, mas estava muito cansado e dormiu. Sonhou então, que ouvia de novo a voz: - Martins, não conheces-te quando cheguei?
- Martins perguntou – quem?
– E a voz disse:
- Eu! – Viu então o rosto do velho raspando a neve, a mulher e a criança, a vendedora de maçãs e o menino levado... e cada um destes dizia.....- Sou Eu,sou eu.
 
MATEUS 25 (31-46)
31  E quando o Filho do homem vier em sua glória, e todos os santos anjos com ele, então se assentará no trono da sua glória;
32  E todas as nações serão reunidas diante dele, e apartará uns dos outros, como o pastor aparta dos bodes as ovelhas;
33  E porá as ovelhas à sua direita, mas os bodes à esquerda.
34  Então dirá o Rei aos que estiverem à sua direita: Vinde, benditos de meu Pai, possuí por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo;
35  Porque tive fome, e destes-me de comer; tive sede, e destes-me de beber; era estrangeiro, e hospedastes-me;
36  Estava nu, e vestistes-me; adoeci, e visitastes-me; estive na prisão, e fostes ver-me.
37  Então os justos lhe responderão, dizendo: Senhor, quando te vimos com fome, e te demos de comer? ou com sede, e te demos de beber?
38  E quando te vimos estrangeiro, e te hospedamos? ou nu, e te vestimos?
39  E quando te vimos enfermo, ou na prisão, e fomos ver-te?
40  E, respondendo o Rei, lhes dirá: Em verdade vos digo que quando o fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes.
41  Então dirá também aos que estiverem à sua esquerda: Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos;
42  Porque tive fome, e não me destes de comer; tive sede, e não me destes de beber;
43  Sendo estrangeiro, não me recolhestes; estando nu, não me vestistes; e enfermo, e na prisão, não me visitastes.
44  Então eles também lhe responderão, dizendo: Senhor, quando te vimos com fome, ou com sede, ou estrangeiro, ou nu, ou enfermo, ou na prisão, e não te servimos?
45  Então lhes responderá, dizendo: Em verdade vos digo que, quando a um destes pequeninos o não fizestes, não o fizestes a mim.
46  E irão estes para o tormento eterno, mas os justos para a vida eterna.
[Fonte {http://tabernadoviking2.blogspot.com.br/2011/05/fala-galeraestou-eu-aqui-denovo.html}]

terça-feira, junho 19, 2012

A Grande Comissão como paradigma para a multiplicação de igrejas

    A Grande Comissão é o paradigma missionário máximo da igreja. Apresentada em todos os quatro evangelhos e no livro de Atos dos Apóstolos, a ordem de Jesus de expandir a mensagem do evangelho indica não apenas o que a igreja deve fazer, mas também o que ela deve ser. O texto de Mateus 28.19-20 se reveste de importância crucial por ser o relato mais completo da Grande Comissão. Ao mesmo tempo, temos vivido uma época em que a plantação de igrejas tem sido uma boa ênfase de muitas igrejas e denominações evangélicas e um modelo que merece destaque é o de plantação de igrejas por transplante. Tendo isso em vista, uma análise dos dois versículos finais de Mateus e a identificação das relações existentes entre eles e a prática da plantação de igrejas por transplante se torna digna de estudo. Neste artigo procurar-se-á demonstrar, preliminarmente, que o método de plantação de igrejas através do transplante de membros de uma igreja já estabelecida constitui uma aplicação correta do “ide” da Grande Comissão conforme registrada por Mateus.
     Para levar a termo esta introdução ao tema, o artigo buscará mostrar que uma leitura acurada de Mateus 28.19-20 aponta para a direção de que o “Ide” é elemento necessário para o correto cumprimento do imperativo de fazer discípulos e tal mandamento é dirigido a todos os crentes. Além disso, cabe argumentar a favor da plantação de igrejas como sendo a maneira mais eficaz de cumprir a Grande Comissão. E, por fim, o texto advogará em favor do modelo de plantação de igrejas por transplante como implicação da Grande Comissão segundo Mateus.
     Plantar igrejas é cumprir a Grande Comissão, mas qual é a melhor maneira de plantar uma igreja? Não há uma fórmula mágica de se realizar isso, mas existem diversos modelos de plantação que tem sido utilizado nos mais variados contextos. Tim Keller e J. Allen Thompson apontam seis modelos distintos de plantação de igrejas: pioneiro, ramificação, adoção, parceria, propagação e catalisador. Neste artigo, tem-se advogado o modelo de transplante ou ramificação como uma aplicação plausível para o “Ide” de Mateus 28.19, a ação circunstancial necessária ao cumprimento da Grande Comissão.
     A plantação de igrejas por transplante consiste em transferir da igreja mãe um grupo de pessoas que se tornarão o grupo central da futura igreja filha. Ele se difere dos outros modelos pelo fato de um grupo de cristãos deslocarem-se deliberadamente para uma igreja nascente, deixando para trás todo o conforto que envolve participar de uma igreja já consolidada e estruturada.
     Como foi defendido acima, o “Ir” não se constitui elemento sem importância na ordem de Jesus conforme narrada por Mateus. Antes, não é possível fazer discípulos de todas as nações se a igreja não se movimentar em direção a elas. No entanto, ao tomar a iniciativa de iniciar novos trabalhos, normalmente as igrejas optam pelo modelo pioneiro, no qual o obreiro tem o dever de iniciar o trabalho do zero. Com isso apenas o pastor ou missionário responsável pelo trabalho se desloca, apenas ele cumpre o “Ide” da Comissão que envolve não apenas pregar, mas reunir os conversos em novas igrejas que dêem continuidade no processo de multiplicação de igrejas saudáveis. No modelo de plantação por transplante, um grupo maior de cristãos se tornam cumpridores diretos do mandamento de Jesus.
     Como visto, a Grande Comissão exige dos cristãos a disposição de “ir”. Ir de encontro a pessoas em todos os lugares para que elas se tornem parte da Igreja de Cristo através do surgimento de novas igrejas locais que se preocupem em manter vivo o desejo de dar continuidade ao processo de multiplicar comunidades cristãs em todo o mundo. Para isso, o modelo de transplante de membros maduros de uma igreja já estabelecida para uma que está sendo plantada constitui uma implicação não apenas plausível, mas eficaz do que tange ao cumprimento total da Comissão dada a todos os discípulos. Discípulos fazem novos discípulos que serão reunidos em igrejas que plantarão novas igrejas. E esta dinâmica deve envolver todos os crentes e não apenas pastores, evangelistas e missionários.
     Isto posto, pode-se concluir por esta pesquisa preliminar que o método de plantação de igrejas através do transplante de membros de uma igreja já estabelecida constitui uma aplicação correta do “ide” da Grande Comissão conforme registrada por Mateus. Fica a cargo de pesquisas posteriores a elaboração de métodos claros para a prática da plantação através do transplante.
[Fonte, texto abstraído {http://veritatisverbum.wordpress.com/2011/04/15/a-grande-comissao-como-paradigma-para-a-multiplicacao-de-igrejas-por-transplante/}]

segunda-feira, junho 18, 2012

Fruto do Espírito: o caráter de Deus

O "fruto” do Espírito Santo se refere aos atributos divinos daqueles que "andam no Espírito" (Gálatas 5:16).

A verdadeira manifestação do Espírito Santo operando nas vidas dos crentes faz com que eles se tornem cada vez mais semelhante a Cristo em seu caráter e atitudes. O fruto do Espírito deveria caracterizar a vida de cada crente, não apenas daqueles que são espiritualmente maduros.

O fruto espiritual afeta o relacionamento do crente com Deus, com os semelhantes e consigo mesmo. À medida que os cristãos crescem em seu relacionamento com o Senhor, eles desenvolvem amor desinteressado, alegria verdadeira e paz duradoura. Construindo seus relacionamentos com os outros, eles são desafiados a refletir a paciência, a bondade e a generosidade. À medida que amadurecem espiritualmente, os cristãos descobrem uma força interior que resulta em fidelidade, mansidão e domínio próprio.

Embora o fruto do Espírito Santo não seja necessário para a salvação, essas virtudes divinas são evidências da salvação e da obra genuína do Espírito Santo (Mateus 7.17).

A vida de Cristo é manifestada pelo fruto do Espírito; o ministério de Cristo é cumprido pelos dons do Espírito. Os seguidores de Cristo não apenas recebem a bênção de Deus, mas também refletem o caráter dEle diante de todas as pessoas do seu convívio

Somos imagem e semelhança do Senhor, e quem O busca deve andar como Ele andou. Assim como um filho tem as características de seu pai, assim nós temos que ter as características do nosso Pai Celestial.

[Fonte, texto abstraído {http://belverede.blogspot.com.br/2011/08/fruto-do-espirito-o-carater-de-deus.html}]

domingo, junho 17, 2012

Você sabia que nosso coração é enganoso?

Alguns duvidam que o nosso coração possa nos levar a tomar atitudes erradas. Eu também já duvidei um dia...
Crescemos ouvindo “ouça sempre a voz do seu coração". Entretanto a Palavra de Deus nos ensina que o nosso coração além de ser enganoso é terrivelmente corrupto.
O Profeta Jeremias nos alerta a lutarmos contra a natureza pecadora que nos leva a agir a nossa própria maneira.
 “Enganoso é o coração mais que todas as coisas, e perverso, quem o conhecerá?
 Eu, o Senhor esquadrinha o coração, eu provo os pensamentos, e isso para dar a cada um segundo os seus caminhos e segundo o fruto das suas ações “Jer 17 (9-10).
Vencer velhos hábitos, abandonar os "pecados de estimação" e assim vencer a carne se torna uma luta constante. A alma representa nossa mente (intelecto), vontades, emoções, nosso Eu.
Não importa o nível espiritual que possamos estar devemos estar vigilantes a tudo que vemos, ouvimos e lemos, pois é através dos nossos olhos, ouvidos e boca que deixamos nossa mente ser contaminada e por consequência nosso coração.
O que você anda lendo?
O que anda assistindo na TV, na Internet?
O que anda declarando??palavras de bênção ou maldição???
Somente Deus sabe o que está dentro dos nossos corações. ás vezes nem mesmo nós sabemos.
Davi nos ensina no Salmo 139:24 o caminho para sermos abençoados. Pedir a Deus que nos sonde e nos revele se há em nós algum caminho mau e nos guie a retidão. Esse é um exame minucioso, mas só assim poderemos reconhecer o pecado, nos arrepender e sermos perdoados.
Todos os dias Ele nos dá a chance de um novo começo. Decida hoje a mudar!
Os planos de Deus são bons para todos que Nele crêem. As lutas, as provações são para que se revele aquilo que temos em nossos corações e possamos ser curados, transformados e gerar frutos no Reino de Deus.
                          
       É isso aí.. vamos ficar vigilantes!
[Fonte, texto abstraído {http://barnabelas.blogspot.com.br/2012/05/voce-sabia-que-nosso-coracao-e-enganoso.html}]

sábado, junho 16, 2012

A parábola da unidade



A busca da unidade entre as Igrejas cristãs é, além de uma obediência ao desejo de Jesus Cristo, uma parábola importante para a humanidade dividida. O teólogo suíço Hans Kung gosta de repetir que o mundo não poderá encontrar a paz se as religiões não viverem em permanente estado de diálogo e estas não poderão fazer isso se as próprias Igrejas cristãs não caminharem para a unidade. Por isso, o ecumenismo, ou movimento pela unidade das Igrejas interessa não apenas às próprias confissões cristãs, mas a toda a humanidade.O Dalai Lama, que já visitou o Brasil, diz que toda pessoa tem dentro de si uma semente de compaixão e tudo o que precisa é desenvolver este princípio de amorosidade e abertura ao outro. Apesar desta verdade, temos de reconhecer que cada cultura humana tende a se bastar a si mesma e é tentada a sentir o diferente como ameaça e não como enriquecimento. Como as religiões são expressões das culturas, herdam a mesma tendência de fechamento em relação ao diferente. Na origem das Igrejas cristãs, o Evangelho de Jesus Cristo pedia uma conversão que incluía uma nova abertura. Entretanto, também nas Igrejas, as divisões têm ocorrido, seja por processos culturais que se opõem, seja por conflitos de poder entre pastores e comunidades que competem entre si para saber quem manda em quem.

O atual movimento pela unidade das Igrejas não é iniciativa católica. O movimento ecumênico nasceu em 1910, no seio das Igrejas protestantes. A Igreja Católica não compreendeu e até hoje não participa oficialmente do Conselho Mundial de Igrejas que, desde 1948, reúne confissões evangélicas e orientais ortodoxas, congregando, hoje, 348 Igrejas-membros. Só em 1964, a Igreja Católica publicou um documento no qual dizia: "A divisão das Igrejas é contrária à vontade de Cristo, é um escândalo para o mundo, ao qual os cristãos pregam amor e unidade e, assim sendo, é sério obstáculo ao cumprimento da missão".

A unidade almejada não será uma fusão das diversas confissões em uma só instituição, nem também uma espécie de direção centralizada de Igrejas como existem centrais sindicais. Ao contrário, a unidade cristã é comunhão entre diferentes. Cipriano, pastor da Igreja do norte da África no século III, dizia: "A unidade abole a divisão, mas respeita as diferenças".

A unidade que deve haver entre as Igrejas se baseia na autonomia total de cada uma e no respeito à diversidade de ritos e doutrinas. Visa a unidade de espírito na diversidade e não a uniformidade de estruturas eclesiásticas. Cada vez mais as comunidades cristãs percebem que as diversidades entre as Igrejas é uma riqueza que deve ser salvaguardada, a partir de uma unidade básica de fé e da missão que consiste em servir às grandes causas da humanidade. O Conselho Mundial de Igrejas tem falado em "diversidade reconciliada".

Neste caminhar das Igrejas para a unidade desejada por Jesus Cristo, os estudiosos afirmam haver muito mais pontos que unem do que elementos que dividem as diferentes confissões. Entretanto, por motivos culturais e históricos, a unidade é um objetivo difícil a ser alcançado. Ela supõe a renovação teológica e espiritual de cada comunidade. Quando uma Igreja se fecha em um maior conservadorismo institucional, não há qualquer possibilidade de abertura ecumênica. Só abrindo-se à vida e ao diálogo com o mundo, as Igrejas aprenderão a conviver entre si e caminhar para a unidade. 

Esta unidade não será alcançada só por nossas forças e capacidades. É dom de Deus. Por isso, o primeiro e principal trabalho pela unidade é a oração. As Igrejas antigas celebram a festa de Pentecostes como memória do dia em que Deus derramou seu Espírito sobre todo o universo e fecundou todas as religiões e culturas. Tanto na Igreja Católica, como em várias Igrejas evangélicas, há mais de cem anos, surgiu o costume de dedicar os dias anteriores à festa de Pentecostes a uma Semana de Oração pela Unidade das Igrejas. Um dos pioneiros desta prática, o padre Paul Couturier, nos convidava a orar "pela unidade que Deus quiser, quando e do modo que Ele quiser".
  •  "Onde dois ou três se reunirem em meu nome, eu estarei no meio deles" (Mt 18, 20).

Uma cultura de paz nos ajudará a superar a guerra entre Igrejas que lutam por conquistar novos adeptos como se fossem duas empresas concorrentes tentando vender seu produto. Pode também nos ajudar a unir mais a fé e a vida, assim como o espiritual e o material. Estamos todos no mesmo barco e fazemos parte da mesma família. Em 1968, participando de uma conferência entre monges cristãos e hindus, Thomas Merton, monge e escritor, declarou: "O nível mais profundo da comunicação não é a comunicação, mas a comunhão. Ela está além das palavras, dos discursos e dos conceitos. Aqui, não estamos descobrindo uma unidade nova e sim antiga. Nós já somos Um, mas imaginamos não ser. O que temos de reencontrar é nossa unidade original. O que temos de ser é o que nós somos".
[Fonte, texto abstraído: Marcelo Barros, monge beneditino {http://denilson.lopes.zip.net/arch2006-05-01_2006-05-31.html#2006_05-30_02_14_13-8196517-0}]