quarta-feira, novembro 09, 2011

Consulta da ONU tratará da situação das crianças de rua

   A Organização das Nações Unidas estima que o mundo abrigue 100 milhões de crianças que vivem ou trabalham nas ruas. Esse contingente constitui um dos grupos mais vulneráveis a abusos de direitos. “Seu mundo é um mundo de desesperança, estigma, discriminação, indigência, pobreza e violência”, disse Navi Pillay.
   Pillay é a alta comissária da ONU para os Direitos Humanos. O tema será objeto de consulta, que começa hoje (7 novembro 2011), em Genebra. Essas crianças devem ter seus direitos fundamentais respeitados e protegidos pelos Estados e pela população adulta. Pillay entende que os governos não podem penalizar crianças que desempenham atividades para sobreviver, como pedir esmolas e vaguear.
   Para o operador de redes internacionais para a defesa dos direitos da criança na América Latina e co-fundador do Observatório Selvas, Cristiano Morsolin, a violência social, nas suas mais diversas manifestações como conflito armado, criminalidade, violência institucional e de gênero, “é um dos problemas mais graves que existe hoje na América Latina”.
[RENAS] Fonte: ALC Notícias

MENINOS DE RUA
   Atualmente, nas capitais e nas grandes cidades brasileiras, cresce o número de favelas. Aí a condição subumana é uma realidade. A fome está presente, as doenças proliferam-se, a educação é precária e o resultado são crianças que crescem desamparadas, famintas, maltrapilhas e muitas vezes doentes. Por tudo isto, grande número delas, por nada ter recebido da vida e nem ter em vista um mundo melhor, entrega-se ao vício, à prostituição, à droga, violência e à marginalidade.
   Este é sem dúvida, um dos piores, senão, o maior problema social que nos atinge e a verdade, nada alentadora, é que somente deixaremos de vivenciar este problema, quando conseguirmos construir um Brasil com:
* uma melhor distribuição de renda:
* uma população escolarizada:
* uma política agrícola que incentive a permanência do homem no campo;
* uma população esclarecida sobre planejamento familiar.
   Esta reversão do Brasil de hoje, no entanto, não se obtém da noite para o dia e só a alcançaremos se houver determinação de nossos dirigentes. Considerando que esta situação atinge toda a sociedade brasileira, o que deveremos fazer? Aguardar que o Governo faça alguma coisa?
   Esta não parece ser a atitude mais sábia, pois se os governos municipal, estadual e federal, por falta de condições ou de vontade política nada fazem, nós deveremos fazer.
   Eu, você, cada um de nós, individualmente pouco pode fazer, mas se nos unirmos, veremos que tudo, ou quase tudo, poderá ser feito.
   A ação da sociedade deverá ter por objetivo a minimização do problema que hoje vivenciamos e a preparação do amanhã que almejamos.
   Por isto não se solucionará o problema de hoje apenas, como inúmeros governos estaduais e municipais pensam, com o fornecimento de alimentação e alojamento, isto somente os torna meninos de rua alimentados e com local para dormir e nunca os transformará em cidadãos.
   A solução do problema passa, portanto, pela retirada desses meninos das ruas para mantê-los, durante todo o dia, em instituições assistenciais onde elas receberiam alimentação e moradia, e em contrapartida seriam obrigadas a estudar e participar de cursos profissionalizantes, praticarem esportes, para se tornarem, no futuro, cidadãos honestos e produtivos.
   Tais medidas são ao as únicas que permitirão eliminar de vez, as causas principais do crescente número de meninos de rua nas nossas capitais e grandes cidades.
[Por Profº Elenilson Silva http://jornaldesaodomingos.blogspot.com/2011/08/meninos-de-rua.html]

quarta-feira, novembro 02, 2011

Dia De Finados na visão Evangélica

"Na época carolíngia, que compreende os séculos 9 e 10dC, a Igreja Romana resolveu fazer um registro dos vivos e mortos a serem lembrados nas missas, como ocorre ainda hoje em toda Igreja Católica Apostólica Romana, tomando o lugar dos antigos dípticos, tabuinhas de cera onde figuravam os nomes dos doadores de oferendas. Esses registros eram chamados libri vitae (livros da vida) e incluíam os vivos e os mortos.
Não muito tempo depois de criados esses registros, os mortos foram separados dos vivos nessas listas. Já no 7º século, na Irlanda, passou-se a escrever os nomes dos mortos em rolos que eram lidos nos monastérios e igrejas. Essa tradição deu origem às necrologias, lidas nos ofícios católicos romanos, e aos obituários que lembravam os serviços e obras dos defuntos nas datas em que completavam aniversário de falecimento, os libri memorialis (livros das memórias), como eram conhecidos.
No inicio, estes registros continham de 15 a 40 mil nomes a serem lembrados. As necrologias da Abadia de Cluny, na França, faziam menção a 40 ou 50 nomes de defuntos por dia. No 11º século, exatamente entre 1024 e 1033dC, Cluny instituiu a comemoração do dia dos mortos em 2 de novembro, estabelecendo a conexão deste dia com o chamado dia de todos os santos.
O dia de todos os santos foi criado pela Igreja Católica Romana em 835dC e comemorado no dia 1º dia de novembro daquele ano, em honra aos mortos, mas foi o abade beneditino Odílio (962-1049dC), de Cluny, que modificou e substituiu o tal dia passando a chamá-lo de dia de finados, que seria um dia reservado às orações pelas almas no purgatório. Este dia de finados começou a ser aceito por Roma em 998dC, juntamente com a celebração do dia de todas as almas, e foi oficializado no início do século 11, sendo cristalizado já no século 20. É interessante notar que o dia de todos os santos, de onde tudo começou, foi copiado dos cultos pagãos dos celtas e dos gauleses.

A festa dos espíritos era celebrada pelos celtas em 1º de novembro. Nessa data os celtas ofereciam sacrifícios para liberar os espíritos que eram aprisionados por Samhain, o príncipe das trevas. O império romano também absorveu o dia de pomona, dos gauleses, transformando as duas festas em uma só.

Posteriormente, a Igreja Católica Romana tomou a data para celebração do dia de todas as almas, absorvendo a crendice dos pagãos, até que em 1439, Roma bateu o martelo decisivamente criando a doutrina do purgatório, e o dia de finados foi fortalecido, sendo confirmado definitivamente no Concílio de Trento, no século 16.

É por isso que nós os cristãos evangélicos não celebramos esta data, pois o dia de finados é uma heresia, uma aberração à doutrina bíblica, uma vez que esta celebração tem origem pagã e diverge radicalmente do ensino da Palavra de Deus. Como vimos, a igreja Romana deu inicio a esta celebração de forma sutil e só depois tornou-a uma data mais relevante, o que sofreu a crítica de um pequeno grupo de cristãos da época, centrados no ensino da Palavra de Deus, e que foram rechaçados pelos líderes de Roma.

Nós os cristãos reformados discordamos de tudo isso, pois não há base, em nenhum trecho das Sagradas Escrituras, para o purgatório. A bíblia é categórica em afirmar que não se deve orar pelos mortos, pois a palavra de Deus nos diz que, depois da morte, segue-se o juízo (Hebreus 9.27).

Enquanto isso, do outro lado está o absurdo ensinado pelos romanistas a respeito do purgatório, pois eles dizem que: “Se alguém disser que, depois de receber a graça da justificação, a culpa é perdoada ao pecador penitente e que é destruída a penalidade da punição eterna, e que nenhuma punição fica para ser paga, ou neste mundo ou no futuro, antes do livre acesso ao reino a ser aberto, seja anátema” (A Base da Doutrina Católica Contida na Profissão de Fé, Seção VI, papa Pio IV).

Nas entrelinhas, a doutrina católica coloca Deus como incoerente, quando ensina que Ele é capaz de queimar seus próprios filhos no purgatório para satisfazer novamente à sua justiça, que segundo a Bíblia já foi plenamente satisfeita pelo sacrifício de Cristo na cruz. Eles dizem ainda que o papa tem mais poderes que Jesus, já que Roma ensina que Jesus, apenas do céu intercede pelos pecadores, mas vê-se impossibilitado de livrar as almas que estão no purgatório, uma vez que só o papa possui a chave daquele cárcere.

Quanta heresia! Que Deus tenha misericórdia daqueles que crêem assim e lhes abra os olhos. Diante destas duas opiniões, nós preferimos ficar com a Bíblia que também diz que se alguém está em Cristo, nenhuma condenação haverá mais sobre ele (Romanos 8.1), e que há completo livramento do juízo vindouro para os que crêem em Jesus (João 5.24). Sendo assim, como se pode ver aqui, a doutrina católica romana do purgatório simplesmente menospreza a obra expiatória e vicária de Cristo na cruz do Calvário, contradizendo o que a Bíblia diz que o que Jesus fez é definitivo. Nós cremos que o atual estado dos salvos mortos em Cristo está claro em Lucas 23.43 e Apocalipse 14.13, ou seja, eles estão descansando no Paraíso.

E para os que morrem sem Jesus, seu destino também está claro nas Escrituras em Lucas 16.19-31 e Hebreus 9.27. Portanto, orar por quem já morreu é tolice. Não adianta nada. É antibíblico e inócuo. O dia de finados não se sustenta, porque ele é uma mera tradição religiosa, nada mais que isso. É uma invenção religiosa, bem explorada pelo comércio e pela Igreja Romana. Uma farsa, como qualquer outra. É exatamente por isso que nós os cristãos evangélicos reformados e protestantes não vamos aos cemitérios neste dia, nem celebramos esta data, apesar de nos lembrarmos com muito carinho daqueles que se foram, e guardá-los em nossas memórias para sempre. No amor de Cristo,"
Pr. Antônio Ramos
[Texto abstraído de http://locodobodoque.blogspot.com]

terça-feira, novembro 01, 2011

Suprindo nossas necessidades

"Deixamos tudo e Te seguimos. O que receberemos?
Para quem vive numa sociedade capitalista, justificar um investimento é a coisa mais comum do mundo. Aqueles que trabalham na área comercial sabem que ressaltar os benefícios de bens e serviços é primordial em qualquer proposta de negócios.
Embora o evangelho não precise de justificativas para existir, muitos cristãos ainda tentam defender a sua causa por meio do anúncio de suas "vantagens":
    "Ah... nesse fim-de-semana mais de 100 pessoas foram curadas em minha igreja. E na sua?" - "Ah... na minha, fizemos a campanha das causas impossíveis e profetizamos que mais de 100 saíram com a carteira assinada" - "Já na minha, o pastor profetizou a bênção do 'Cem Vezes Mais' e tenho fé que também receberei!"
Infelizmente, a matemática do evangelho capitalista de 100 vezes mais tem sido pauta de muitas reuniões cristãs. As vantagens são evidentes, afinal, quem não quer uma fé que recompense com tamanha rentabilidade? É sempre bom lembrar que o que Jesus disse foi que receberíamos cem vezes tanto em relacionamentos nessa nova comunidade chamada Reino e, pasme, que tudo isso também viria acompanhado de perseguições (Mc. 10.29,30).
Aliás, esse “toma-lá-dá-cá” em algumas igrejas é tão explícito que a liderança convida aqueles "humildes servos" que desejam ofertar altas quantias a irem à frente receber uma oração especial (seja lá o que isso for). A cena é patética: os vitoriosos, de frente para a igreja, de cabeça baixa, mãozinhas sobrepostas e aquele ar de piedade como quem diz: "Fazer o quê, eu sou bondoso, né!?" (rs). Só falta um violino com uma triste melodia.
    "Portanto, quando você der esmola, não anuncie isso com trombetas, como fazem os hipócritas nas sinagogas e nas ruas, a fim de serem honrados pelos outros. Eu lhes garanto que eles já receberam sua plena recompensa." - Mateus 6.2
Mas a pergunta que dá título a essa mensagem veio do próprio Apóstolo Pedro: "Eis que nós deixamos tudo, e te seguimos; que receberemos?" (Mt. 19.27). E embora Jesus já tenha respondido a questão, muitos cristãos ainda tentam ajudá-lo, complementando aquilo que Ele teoricamente "esqueceu": "Venha para Jesus e fique livre de todos os seus problemas", "Aceite Jesus e seja curado de todas as suas enfermidades", "Só Jesus pode lhe fazer prosperar!". Porém, como disse meu amigo Paulo César Baruk: "Deus não tem o dever de suprir nossas expectativas, mas tem o prazer de suprir nossas necessidades"
Veja a Bíblia já nos deu garantia de que nossa obra tem recompensa (II Cr. 15.7). Os galardões foram garantidos pelo próprio Mestre (Lc. 6.23). Paulo, porém, nos dá uma idéia da verdadeira motivação dos galardões quando diz: “... não corro como quem corre sem alvo." (I Co. 9.26). Creio que galardão ou qualquer tipo de recompensa seja apenas um lampejo do porvir. Uma brisa de esperança que sopra da Cidade Celestial. Uma luz no fim do túnel para lembrar-nos que estamos no caminho certo. Esse prêmio, porém, nunca será nosso alvo. O alvo é Cristo!
Que em nome de Jesus possamos servi-Lo com alegria de coração sem nos importarmos com recompensas ou vantagens. Que deixemos de anunciar um evangelho de investimentos, implorando aos perdidos que o aceitem. Afinal, o próprio Senhor virou para uma multidão que o seguia e disse: "Qual de vocês, se quiser construir uma torre, primeiro não se assenta e calcula o preço, para ver se tem dinheiro suficiente para completá-la?" (Lc. 14.28). É como se Ele dissesse: "Tem certeza que quer me seguir?"
E lembre-se: se Deus nos desse o que merecíamos, estaríamos perdidos!
No amor do Pai,
L. Rogério"

[Texto abstraído de http://www.danyeroger.blogspot.com/] 

quarta-feira, outubro 26, 2011

Senhor, são poucos os que se salvam?

Evangelho segundo S. Lucas 13,22-30.
Naquele tempo, Jesus percorria cidades e aldeias, ensinando e caminhando para Jerusalém. Disse-lhe alguém: «Senhor, são poucos os que se salvam?» Ele respondeu-lhes: «Esforçai-vos por entrar pela porta estreita, porque Eu vos digo que muitos tentarão entrar sem o conseguir. Uma vez que o dono da casa se levante e feche a porta, ficareis fora e batereis, dizendo: 'Abre-nos, Senhor!' Mas ele há de responder-vos: 'Não sei de onde sois.' Começareis, então, a dizer: 'Comemos e bebemos contigo e Tu ensinaste nas nossas praças.' Responder-vos-á: 'Repito vos que não sei de onde sois. Apartai-vos de mim, todos os que praticais a iniquidade.' Lá haverá pranto e ranger de dentes, quando virdes Abraão, Isaac, Jacob e todos os profetas no Reino de Deus, e vós a serdes postos fora. Hão de vir do Oriente, do Ocidente, do Norte e do Sul, sentar-se à mesa no Reino de Deus. E há últimos que serão dos primeiros e primeiros que serão dos últimos

terça-feira, outubro 25, 2011

(Hope for Creation) Dia Global de Oração e Ação para enfrentamento das Mudanças Climáticas

Dia 06 de novembro - Dia Global de Oração e Ação para enfrentamento das Mudanças Climáticas: Esperança para a Criação (Hope for Creation)
Hope for Creation ou Esperança para a Criação, é um movimento global de cristãos que se colocarão de joelhos no domingo (06 de novembro) para orar por uma ação urgente para proteger a boa criação de Deus e aqueles que estão sendo mais atingidos pelas consequências das mudanças climáticas, aqui no Brasil e no mundo todo.
Esta é uma iniciativa da Tearfund e você pode confirmar presença nesta rede de oração no site http://hopeforcreation.org/
A Tearfund também elaborou uma "Declaração aos Líderes Políticos sobre nossa Esperança para a Criação". Ela será entregue aos participantes da COP 17 (Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas), em novembro (Durban). Para ler a declaração clique aqui e para assiná-la você só precisa enviar seu nome, cargo, organização e país para info@hopeforcreation.org até 14 de novembro de 2011. [fonte da informação: Rede Evangélica Nacional de Ação Social www.RENAS.org.br]

segunda-feira, outubro 24, 2011

LIBERDADE RELIGIOSA - A PERSEGUIÇÃO NO PAÍS CHAMADO ERITRÉIA / ÁFRICA

 MARCOS 13.8
  Porque se levantará nação contra nação, e reino contra reino, e haverá terremotos em diversos lugares, e haverá fomes e tribulações. Estas coisas são os princípios das dores.

 [vídeo que a Irmã Patrícia Nóbrega compartilhou através do facebook]
  •  (I Coríntios 4 : 12) "E nos afadigamos, trabalhando com nossas próprias mãos. Somos injuriados, e bendizemos; somos perseguidos, e sofremos;" 
  • (II Coríntios 4 : 9) "Perseguidos, mas não desamparados; abatidos, mas não destruídos;" 
  • (Gálatas 6 : 12) "Todos os que querem mostrar boa aparência na carne, esses vos obrigam a circuncidar-vos, somente para não serem perseguidos por causa da cruz de Cristo." 

Será que a Globo vai montar uma igreja evangélica?




 “Se agradasse ainda a homens, não seria servo de Cristo" (Gálatas 1:10b).



"Bom domingo.

Passei alguns domingos sem trovas por questão de saúde.
Sempre é necessário renovar-se... e descansar.

São tantos acontecimentos no dia a dia.
São tantas notícias.
Steve Jobs, Dilma, Gaddafi, Cristina Kirchner, Orlando Silva e o PCdoB.
São tantas histórias e estórias

Mas, nada superou a notícia da Globo em fazer um Festival Evangélico em dezembro/2011, Especial de fim de ano, gospel.
Recentemente um jornalista me confidenciou que um empresário, não evangélico, financia duas grandes revistas evangélicas que ele administra.

Com o surgimento das igrejas neopentecostais o mundo empresarial tem se debruçado neste dinheiro novo, como se o Evangelho fosse um simples bom negócio.
Vamos ganhar dinheiro com os crentes...
Afinal todo mundo quer ganhar dinheiro.
E o dinheiro novo mantém até uma grande rede de televisão...

Sem dúvida sempre tivemos empresários querendo fazer negócios no meio evangélico, mas, agora é diferente.
Os empresários crentes, pelo menos, se diziam evangélicos, alguns não se comportavam como, mas, faz parte, como sentenciou o filósofo do Big-Brother.
Outros, chamados de executivo-primário, jogaram no lixo montanhas de dinheiro e excelentes empreendimentos do povo evangélico.
Outros transformaram pequenos empreendimentos em grandes empreendimentos, mas, estes eram executivos por excelência...

Mas... agora é negócio secular, simples e cru.
A Globo resistiu o quanto pode, mas, quer um pedaço bom da fatura, também.
Hoje já se sabe que os evangélicos vendem mais do que os outros gêneros da música
E com muito menos pirataria...

O que mais preocupa é que os empresários de fora também podem montar suas igrejas-empresas
Se os pastores e bispos transformaram as igrejas em grandes negócios, por que eles não podem? Ora... pequenas igrejas, grandes negócios...
É só entrar com a grana e os testas de ferro, marqueteiros travestidos de pastores.

E onde entra o Espírito Santo nisso?
A indignação de Cristo em repudiar negócios na casa de Deus foi em vão?

Como é o novo filão do mercado...
E como a concorrente se deu bem...
Fica a pergunta, triste, mas, verdadeira:
Será que a Globo vai montar uma igreja evangélica?
Festival Promessas do fim de ano é só a “congregação” ou “campus” para os modernos?

A nova era das igrejas híbridas está chegando ao Brasil antes do que imaginávamos... o que vale mesmo é o bom negócio.

Misericórdia!"
 [Texto abstraído do editorial de Vital Sousa no site www.vigiai.net/news.php?readmore=10710]        

segunda-feira, outubro 17, 2011

Homenagem de nossas meninas às Missões Nacionais 2011

  • Vede, não desprezeis algum destes pequeninos, porque eu vos digo que os seus anjos nos céus sempre vêem a face de meu Pai que está nos céus. 
 MATEUS 18.10

Culto das Crianças em 25 set 11 Dom na IBCDC, apresentação da coreografia das meninas em homenagem às Missões Nacionais 2011.
   Você já parou para pensar o que vem a ser Culto Infantil? Para respondermos a essa questão, primeiramente precisamos pensar no significado da palavra "culto".
    Segundo o dicionário Aurélio, culto significa: "adoração ou homenagem à divindade". A Bíblia usa a palavra culto para se referir tanto ao culto ao único e verdadeiro Deus, como também a deuses falsos e imagens de esculturas (Ex 20:5).
    Para nós cristãos, culto é serviço da nossa alma ao nosso Deus. Pensando dessa forma, será que cremos realmente que crianças podem cultuar a Deus?
    É claro que as crianças podem e oferecem culto genuíno a Deus. Por isso, precisamos ter cuidado para não desprezá-las. Não usem nunca a palavra "cultinho" para se referir ao culto infantil, pois elas não oferecem culto menor que os adultos.
    Um fato importante que devemos observar é que as crianças estavam presentes nas principais celebrações do povo de Israel (Js 8:35, 2 Cr 20:13, Ne 12:43). Elas louvaram a Jesus em sua entrada triunfal em Jerusalém (Mt 21:15). Com isso concluímos que as crianças têm lugar importante no culto a Deus.

[texto abstraído do blog: http://amoministerioinfantil.blogspot.com/...]

sábado, outubro 15, 2011

Movimento Diretriz Evangélica

Qualquer livro escrito sobre a história da ação social e a luta dos evangélicos no Brasil por justiça, não pode deixar de retratar a contribuição da Diretriz Evangélica, movimento liderado basicamente por batistas, mas com amplas relações com outros grupos evangélicos e a sociedade brasileira. O movimento já era atuante no final dos anos 1940, antes de entidades e movimentos reconhecidos como o Setor de Responsabilidade Social da Confederação Evangélica do Brasil, a Fraternidade Teológica Latino-americana, o Pacto de Lausanne, as teologias da Missão Integral da Igreja e da Libertação darem suas contribuições sociais. Organizado a partir do Rio de Janeiro, então capital do Brasil, o movimento teve entre os seus pioneiros David Malta Nascimento, Lauro Bretones e Himain Lacerda, que lançaram em janeiro de 1949 o primeiro número do jornal Diretriz Evangélica. Entre os interessantes pontos do decálogo que identificava e orientava as ações do grupo, podem ser destacados: 1. Cremos no Evangelho de Cristo, o programa do reino de Deus, como única solução para os problemas individuais e coletivos; 2. Cremos na dignidade da pessoa humana, por isso que dentro dos postulados do cristianismo condenamos todo e qualquer sistema político-social e religioso que a negue; 3. Cremos que o cristianismo, por ser uma mensagem integral, tem um duplo objetivo: regenerar o indivíduo, salvando-lhe a alma, e santificar as relações sociais do homem. Com base nestes princípios, Diretriz Evangélica manteve várias atividades como publicação de um jornal, programa radiofônico, colunas n’O Jornal Batista e em outros veículos de informação, como a revista paulista Unitas, de direção presbiteriana. Em consonância com as ações e princípios do movimento, as igrejas pastoreadas por seus líderes, e outras, como a de Benilton Carlos Bezerra e a de Hélcio da Silva Lessa, que se associaram ao grupo, estabeleceram atividades de assistência e serviço social, sempre visando as transformações estruturais. No início da década de 60, o movimento publicou Ação Social Cristã, um livro corajoso e pioneiro, de autoria do pastor Hélcio Lessa, cuja capa trazia a foto de uma típica favela carioca. Este livro tornou-se uma referência por, entre outras contribuições, oferecer uma conceituação distinta e fundamental do que seja assistência, serviço e ação social que depois se tornou clássica. Por causa dessa consciência e tomada de posição, os líderes da Diretriz Evangélica sofreram pressões e críticas, tanto do meio batista e evangélico, quanto de setores conservadores da sociedade. Após o Golpe de 64, o movimento começou a arrefecer, por razões de intolerância e perseguição no país. Taxado de comunista — uma acusação temerária para a época — o grupo ainda resistiu e manteve algumas ações, mas principalmente dentro de suas igrejas. No entanto, seus sonhos e contribuições para um evangelho integral se mantiveram e frutificaram. Exemplo disso foi o recente encontro realizado em 16 de junho de 2009, no Seminário Batista do Sul, no Rio de Janeiro — uma mesa de reflexão sobre as ações da Diretriz Evangélica e a celebração de um culto a Deus em que foram também homenageados alguns remanescentes, como o pastor David Malta Nascimento, que completou 90 anos. Na ocasião foram distribuídos um boletim especial com textos do movimento e o livro Ação Social Cristã, doado pela família do pastor Hélcio Lessa, morto em 05 de junho de 2009, com quase 83 anos. Ao relembrar movimentos como este, nossa geração é outra vez desafiada a fazer mais e melhor pela justiça do reino de Deus. Afinal, as diretrizes evangélicas para esta ação são dadas pela própria Palavra de Deus, que exige eficaz cumprimento de todos quantos se identificam como seguidores de Cristo. 

Este texto foi publicado anteriormente na edição 319 (julho-agosto 2009) da revista Ultimato
Clemir Fernandes é formado em Teologia pelo Seminário Teológico Batista do Sul, em Ciências Sociais pela UFF e mestre em Sociologia pela UERJ. É professor de Teologia e Ciências Sociais em faculdades e seminários do Rio de Janeiro. É também pesquisador do Instituto de Estudos da Religião (ISER), redator da revista de estudos bíblicos Compromisso (Juerp/Convenção Batista Brasileira), integrante da coordenação executiva da Rede Evangélica Nacional de Ação Social (RENAS) e coordenador da RENAS Rio. É membro da diretoria da Fraternidade Teológica Latino Americana-Brasil e atual coordenador do núcleo do Rio de Janeiro.

sexta-feira, outubro 14, 2011

Você é a soma resultante de todas as suas experiências! (*)

  • Inclusão social é um conjunto de meios e ações que combatem a exclusão aos benefícios da vida em sociedade, provocada pela falta de classe social, origem geográfica, educação, idade, existência de deficiência ou preconceitos raciais. Inclusão Social é oferecer aos mais necessitados oportunidades de acesso a bens e serviços, dentro de um sistema que beneficie a todos e não apenas aos mais favorecidos no sistema meritocrático em que vivemos. Nossa cultura tem uma experiência ainda pequena em relação à inclusão social, com pessoas que ainda criticam a igualdade de direitos e não querem cooperar com aqueles que fogem dos padrões de normalidade estabelecidos por um grupo que é a maioria. E diante dos olhos deles, também somos diferentes. E é bom lembrar que as diferenças se fazem iguais quando colocadas num grupo que as aceitem e as consideram, pois nos acrescentam valores morais e de respeito ao próximo, com todos tendo os mesmos direitos e recebendo as mesmas oportunidades diante da vida.

PROVÉRBIOS 11.14 Sem diretrizes a nação cai; o que a salva é ter muitos conselheiros.

 A educação é uma via de duas mãos, um vai-e-volta de relacionamento, aprendizagem e crescimento. Sabemos que não existem fórmulas prontas nem milagrosas para alavancar a educação, mas devemos reconhecer que toda e qualquer iniciativa que tenha por princípio melhorar a qualidade da educação no Brasil deve ser discutida muito seriamente por nossos representantes, pelas escolas, pela comunidade, pelas famílias e pelos educadores. Talvez não tenhamos na inclusão digital a solução para séculos de atrasos, mas é uma possibilidade grande de melhoria e desenvolvimento. Não se trata apenas de inclusão digital, mas de inclusão social, de cidadania.
Inclusão digital é colocar computadores nas escolas? É ensinar as pessoas a apertar botões para pagar as contas, mandar mensagens ou fazer compras? Certamente o significado dessa expressão para a educação é outro. Essa bendita inclusão digital é uma idéia que exige que revisemos o sentido de educar e de ser educador em nosso tempo, enquanto o tempo ainda é de mudanças. Tratar essa questão da inclusão digital implica primeiramente, considerar a questão de políticas educacionais que garantam o direito de acesso às tecnologias e às experiências pedagógicas que promovam o diálogo critico entre estas duas frentes pelas vias da comunicação e da informação. Então, trata-se mais de aprender novas formas de pensar, comunicar e promover a participação pela via da educação e menos de adquirir tecnologias, supostamente indispensáveis.
[Fonte: Texto de Cléo Aquino; Pedagoga; http://arteadoooro.blogspot.com/]
 
(*) Frase do Pr. Mike Murdock no livro "Os Segredos da Liderança de Jesus "