quinta-feira, novembro 03, 2011
quarta-feira, novembro 02, 2011
Dia De Finados na visão Evangélica
"Na época carolíngia, que compreende os séculos 9 e 10dC, a Igreja Romana resolveu fazer um registro dos vivos e mortos a serem lembrados nas missas, como ocorre ainda hoje em toda Igreja Católica Apostólica Romana, tomando o lugar dos antigos dípticos, tabuinhas de cera onde figuravam os nomes dos doadores de oferendas. Esses registros eram chamados libri vitae (livros da vida) e incluíam os vivos e os mortos.
Não muito tempo depois de criados esses registros, os mortos foram separados dos vivos nessas listas. Já no 7º século, na Irlanda, passou-se a escrever os nomes dos mortos em rolos que eram lidos nos monastérios e igrejas. Essa tradição deu origem às necrologias, lidas nos ofícios católicos romanos, e aos obituários que lembravam os serviços e obras dos defuntos nas datas em que completavam aniversário de falecimento, os libri memorialis (livros das memórias), como eram conhecidos.
No inicio, estes registros continham de 15 a 40 mil nomes a serem lembrados. As necrologias da Abadia de Cluny, na França, faziam menção a 40 ou 50 nomes de defuntos por dia. No 11º século, exatamente entre 1024 e 1033dC, Cluny instituiu a comemoração do dia dos mortos em 2 de novembro, estabelecendo a conexão deste dia com o chamado dia de todos os santos.
O dia de todos os santos foi criado pela Igreja Católica Romana em 835dC e comemorado no dia 1º dia de novembro daquele ano, em honra aos mortos, mas foi o abade beneditino Odílio (962-1049dC), de Cluny, que modificou e substituiu o tal dia passando a chamá-lo de dia de finados, que seria um dia reservado às orações pelas almas no purgatório. Este dia de finados começou a ser aceito por Roma em 998dC, juntamente com a celebração do dia de todas as almas, e foi oficializado no início do século 11, sendo cristalizado já no século 20. É interessante notar que o dia de todos os santos, de onde tudo começou, foi copiado dos cultos pagãos dos celtas e dos gauleses.
A festa dos espíritos era celebrada pelos celtas em 1º de novembro. Nessa data os celtas ofereciam sacrifícios para liberar os espíritos que eram aprisionados por Samhain, o príncipe das trevas. O império romano também absorveu o dia de pomona, dos gauleses, transformando as duas festas em uma só.
Posteriormente, a Igreja Católica Romana tomou a data para celebração do dia de todas as almas, absorvendo a crendice dos pagãos, até que em 1439, Roma bateu o martelo decisivamente criando a doutrina do purgatório, e o dia de finados foi fortalecido, sendo confirmado definitivamente no Concílio de Trento, no século 16.
É por isso que nós os cristãos evangélicos não celebramos esta data, pois o dia de finados é uma heresia, uma aberração à doutrina bíblica, uma vez que esta celebração tem origem pagã e diverge radicalmente do ensino da Palavra de Deus. Como vimos, a igreja Romana deu inicio a esta celebração de forma sutil e só depois tornou-a uma data mais relevante, o que sofreu a crítica de um pequeno grupo de cristãos da época, centrados no ensino da Palavra de Deus, e que foram rechaçados pelos líderes de Roma.
Nós os cristãos reformados discordamos de tudo isso, pois não há base, em nenhum trecho das Sagradas Escrituras, para o purgatório. A bíblia é categórica em afirmar que não se deve orar pelos mortos, pois a palavra de Deus nos diz que, depois da morte, segue-se o juízo (Hebreus 9.27).
Enquanto isso, do outro lado está o absurdo ensinado pelos romanistas a respeito do purgatório, pois eles dizem que: “Se alguém disser que, depois de receber a graça da justificação, a culpa é perdoada ao pecador penitente e que é destruída a penalidade da punição eterna, e que nenhuma punição fica para ser paga, ou neste mundo ou no futuro, antes do livre acesso ao reino a ser aberto, seja anátema” (A Base da Doutrina Católica Contida na Profissão de Fé, Seção VI, papa Pio IV).
Nas entrelinhas, a doutrina católica coloca Deus como incoerente, quando ensina que Ele é capaz de queimar seus próprios filhos no purgatório para satisfazer novamente à sua justiça, que segundo a Bíblia já foi plenamente satisfeita pelo sacrifício de Cristo na cruz. Eles dizem ainda que o papa tem mais poderes que Jesus, já que Roma ensina que Jesus, apenas do céu intercede pelos pecadores, mas vê-se impossibilitado de livrar as almas que estão no purgatório, uma vez que só o papa possui a chave daquele cárcere.
Quanta heresia! Que Deus tenha misericórdia daqueles que crêem assim e lhes abra os olhos. Diante destas duas opiniões, nós preferimos ficar com a Bíblia que também diz que se alguém está em Cristo, nenhuma condenação haverá mais sobre ele (Romanos 8.1), e que há completo livramento do juízo vindouro para os que crêem em Jesus (João 5.24). Sendo assim, como se pode ver aqui, a doutrina católica romana do purgatório simplesmente menospreza a obra expiatória e vicária de Cristo na cruz do Calvário, contradizendo o que a Bíblia diz que o que Jesus fez é definitivo. Nós cremos que o atual estado dos salvos mortos em Cristo está claro em Lucas 23.43 e Apocalipse 14.13, ou seja, eles estão descansando no Paraíso.
E para os que morrem sem Jesus, seu destino também está claro nas Escrituras em Lucas 16.19-31 e Hebreus 9.27. Portanto, orar por quem já morreu é tolice. Não adianta nada. É antibíblico e inócuo. O dia de finados não se sustenta, porque ele é uma mera tradição religiosa, nada mais que isso. É uma invenção religiosa, bem explorada pelo comércio e pela Igreja Romana. Uma farsa, como qualquer outra. É exatamente por isso que nós os cristãos evangélicos reformados e protestantes não vamos aos cemitérios neste dia, nem celebramos esta data, apesar de nos lembrarmos com muito carinho daqueles que se foram, e guardá-los em nossas memórias para sempre. No amor de Cristo,"
Pr. Antônio Ramos[Texto abstraído de http://locodobodoque.blogspot.com]
terça-feira, novembro 01, 2011
Suprindo nossas necessidades
"Deixamos tudo e Te seguimos. O
que receberemos?
Infelizmente, a matemática do
evangelho capitalista de 100 vezes mais tem sido pauta de muitas reuniões
cristãs. As vantagens são evidentes, afinal, quem não quer uma fé que
recompense com tamanha rentabilidade? É sempre bom lembrar que o que Jesus
disse foi que receberíamos cem vezes tanto em relacionamentos nessa nova
comunidade chamada Reino e, pasme, que tudo isso também viria acompanhado de
perseguições (Mc. 10.29,30).
Para quem vive numa sociedade
capitalista, justificar um investimento é a coisa mais comum do mundo. Aqueles
que trabalham na área comercial sabem que ressaltar os benefícios de bens e
serviços é primordial em qualquer proposta de negócios.
Embora o evangelho não precise de
justificativas para existir, muitos cristãos ainda tentam defender a sua causa
por meio do anúncio de suas "vantagens":
"Ah... nesse fim-de-semana mais de 100
pessoas foram curadas em minha igreja. E na sua?" - "Ah... na minha,
fizemos a campanha das causas impossíveis e profetizamos que mais de 100 saíram
com a carteira assinada" - "Já na minha, o pastor profetizou a bênção
do 'Cem Vezes Mais' e tenho fé que também receberei!"
Aliás, esse “toma-lá-dá-cá” em
algumas igrejas é tão explícito que a liderança convida aqueles "humildes
servos" que desejam ofertar altas quantias a irem à frente receber uma
oração especial (seja lá o que isso for). A cena é patética: os vitoriosos, de
frente para a igreja, de cabeça baixa, mãozinhas sobrepostas e aquele ar de
piedade como quem diz: "Fazer o quê, eu sou bondoso, né!?" (rs). Só
falta um violino com uma triste melodia.
"Portanto, quando você der esmola, não
anuncie isso com trombetas, como fazem os hipócritas nas sinagogas e nas ruas,
a fim de serem honrados pelos outros. Eu lhes garanto que eles já receberam sua
plena recompensa." - Mateus 6.2
Mas a pergunta que dá título a
essa mensagem veio do próprio Apóstolo Pedro: "Eis que nós deixamos tudo,
e te seguimos; que receberemos?" (Mt. 19.27). E embora Jesus já tenha
respondido a questão, muitos cristãos ainda tentam ajudá-lo, complementando
aquilo que Ele teoricamente "esqueceu": "Venha para Jesus e
fique livre de todos os seus problemas", "Aceite Jesus e seja curado
de todas as suas enfermidades", "Só Jesus pode lhe fazer
prosperar!". Porém, como disse meu amigo Paulo César Baruk: "Deus não
tem o dever de suprir nossas expectativas, mas tem o prazer de suprir nossas
necessidades"
Veja a Bíblia já nos deu garantia
de que nossa obra tem recompensa (II Cr. 15.7). Os galardões foram garantidos
pelo próprio Mestre (Lc. 6.23). Paulo, porém, nos dá uma idéia da verdadeira
motivação dos galardões quando diz: “... não corro como quem corre sem
alvo." (I Co. 9.26). Creio que galardão ou qualquer tipo de recompensa
seja apenas um lampejo do porvir. Uma brisa de esperança que sopra da Cidade
Celestial. Uma luz no fim do túnel para lembrar-nos que estamos no caminho
certo. Esse prêmio, porém, nunca será nosso alvo. O alvo é Cristo!
Que em nome de Jesus possamos
servi-Lo com alegria de coração sem nos importarmos com recompensas ou
vantagens. Que deixemos de anunciar um evangelho de investimentos, implorando
aos perdidos que o aceitem. Afinal, o próprio Senhor virou para uma multidão que
o seguia e disse: "Qual de vocês, se quiser construir uma torre, primeiro
não se assenta e calcula o preço, para ver se tem dinheiro suficiente para
completá-la?" (Lc. 14.28). É como se Ele dissesse: "Tem certeza que
quer me seguir?"
E lembre-se: se Deus nos desse o
que merecíamos, estaríamos perdidos!
No amor do Pai,
L. Rogério"
[Texto abstraído de http://www.danyeroger.blogspot.com/]
[Texto abstraído de http://www.danyeroger.blogspot.com/]
quinta-feira, outubro 27, 2011
Retiro de Carnaval 2012
ESTÃO ABERTAS AS INSCRIÇÕES PARA NOSSO RETIRO DE CARNAVAL 2012.
O valor é de R$ 120,00
R$ 18,00 – mensalidade
Não deixe de pagar o seu carnê
Procure a Comissão de Retiro.
Congresso Infantil na Igreja Batista Central
quarta-feira, outubro 26, 2011
Senhor, são poucos os que se salvam?
Evangelho segundo S. Lucas 13,22-30.
Naquele tempo, Jesus percorria cidades e aldeias, ensinando e caminhando para Jerusalém.
Disse-lhe alguém: «Senhor, são poucos os que se salvam?» Ele respondeu-lhes:
«Esforçai-vos por entrar pela porta estreita, porque Eu vos digo que muitos tentarão entrar sem o conseguir.
Uma vez que o dono da casa se levante e feche a porta, ficareis fora e batereis, dizendo: 'Abre-nos, Senhor!' Mas ele há de responder-vos: 'Não sei de onde sois.'
Começareis, então, a dizer: 'Comemos e bebemos contigo e Tu ensinaste nas nossas praças.'
Responder-vos-á: 'Repito vos que não sei de onde sois. Apartai-vos de mim, todos os que praticais a iniquidade.'
Lá haverá pranto e ranger de dentes, quando virdes Abraão, Isaac, Jacob e todos os profetas no Reino de Deus, e vós a serdes postos fora. Hão de vir do Oriente, do Ocidente, do Norte e do Sul, sentar-se à mesa no Reino de Deus.
E há últimos que serão dos primeiros e primeiros que serão dos últimos.»
terça-feira, outubro 25, 2011
(Hope for Creation) Dia Global de Oração e Ação para enfrentamento das Mudanças Climáticas
Dia 06
de novembro - Dia Global de Oração e Ação para enfrentamento das Mudanças Climáticas: Esperança para a Criação (Hope for Creation)
Hope for Creation ou Esperança para a Criação, é um
movimento global de cristãos que se colocarão de joelhos no domingo (06
de novembro) para orar por uma ação urgente para proteger a boa criação
de Deus e aqueles que estão sendo mais atingidos pelas consequências das
mudanças climáticas, aqui no Brasil e no mundo todo.
Esta é uma iniciativa da Tearfund e você pode confirmar presença nesta rede de oração no site http://hopeforcreation.org/
A Tearfund também elaborou uma "Declaração aos Líderes Políticos sobre nossa Esperança para a Criação". Ela será entregue aos participantes da COP 17 (Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas), em novembro (Durban). Para ler a declaração clique aqui e para assiná-la você só precisa enviar seu nome, cargo, organização e país para info@hopeforcreation.org até 14 de novembro de 2011. [fonte da informação: Rede Evangélica Nacional de Ação Social www.RENAS.org.br]
Esta é uma iniciativa da Tearfund e você pode confirmar presença nesta rede de oração no site http://hopeforcreation.org/
A Tearfund também elaborou uma "Declaração aos Líderes Políticos sobre nossa Esperança para a Criação". Ela será entregue aos participantes da COP 17 (Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas), em novembro (Durban). Para ler a declaração clique aqui e para assiná-la você só precisa enviar seu nome, cargo, organização e país para info@hopeforcreation.org até 14 de novembro de 2011. [fonte da informação: Rede Evangélica Nacional de Ação Social www.RENAS.org.br]
segunda-feira, outubro 24, 2011
LIBERDADE RELIGIOSA - A PERSEGUIÇÃO NO PAÍS CHAMADO ERITRÉIA / ÁFRICA
MARCOS 13.8
Porque se levantará nação contra nação, e reino contra reino, e haverá terremotos em diversos lugares, e haverá fomes e tribulações. Estas coisas são os princípios das dores.
[vídeo que a Irmã Patrícia Nóbrega compartilhou através do facebook]
- (I Coríntios 4 : 12) "E nos afadigamos, trabalhando com nossas próprias mãos. Somos injuriados, e bendizemos; somos perseguidos, e sofremos;"
- (II Coríntios 4 : 9) "Perseguidos, mas não desamparados; abatidos, mas não destruídos;"
- (Gálatas 6 : 12) "Todos os que querem mostrar boa aparência na carne, esses vos obrigam a circuncidar-vos, somente para não serem perseguidos por causa da cruz de Cristo."
Será que a Globo vai montar uma igreja evangélica?
“Se
agradasse ainda a homens, não seria servo de Cristo" (Gálatas 1:10b).
"Bom domingo.
Passei alguns domingos sem trovas por
questão de saúde.
Sempre é necessário renovar-se... e
descansar.
São tantos acontecimentos no dia a dia.
São tantas notícias.
Steve Jobs, Dilma, Gaddafi, Cristina
Kirchner, Orlando Silva e o PCdoB.
São tantas histórias e estórias
Mas, nada superou a notícia da Globo em
fazer um Festival Evangélico em dezembro/2011, Especial de fim de ano, gospel.
Recentemente um jornalista me
confidenciou que um empresário, não evangélico, financia duas grandes revistas
evangélicas que ele administra.
Com o surgimento das igrejas neopentecostais
o mundo empresarial tem se debruçado neste dinheiro novo, como se o Evangelho
fosse um simples bom negócio.
Vamos ganhar dinheiro com os crentes...
Afinal todo mundo quer ganhar dinheiro.
E o dinheiro novo mantém até uma grande
rede de televisão...
Sem dúvida sempre tivemos empresários
querendo fazer negócios no meio evangélico, mas, agora é diferente.
Os empresários crentes, pelo menos, se
diziam evangélicos, alguns não se comportavam como, mas, faz parte, como
sentenciou o filósofo do Big-Brother.
Outros, chamados de executivo-primário,
jogaram no lixo montanhas de dinheiro e excelentes empreendimentos do povo
evangélico.
Outros transformaram pequenos
empreendimentos em grandes empreendimentos, mas, estes eram executivos por
excelência...
Mas... agora é negócio secular, simples
e cru.
A Globo resistiu o quanto pode, mas,
quer um pedaço bom da fatura, também.
Hoje já se sabe que os evangélicos
vendem mais do que os outros gêneros da música
E com muito menos pirataria...
O que mais preocupa é que os empresários
de fora também podem montar suas igrejas-empresas
Se os pastores e bispos transformaram as
igrejas em grandes negócios, por que eles não podem? Ora... pequenas igrejas,
grandes negócios...
É só entrar com a grana e os testas de
ferro, marqueteiros travestidos de pastores.
E onde entra o Espírito Santo nisso?
A indignação de Cristo em repudiar
negócios na casa de Deus foi em vão?
Como é o novo filão do mercado...
E como a concorrente se deu bem...
Fica a pergunta, triste, mas, verdadeira:
Será que a Globo vai montar uma igreja
evangélica?
Festival Promessas do fim de ano é só a
“congregação” ou “campus” para os modernos?
A nova era das igrejas híbridas está
chegando ao Brasil antes do que imaginávamos... o que vale mesmo é o bom negócio.
Misericórdia!"
[Texto abstraído do editorial de Vital Sousa no site www.vigiai.net/news.php?readmore=10710]
sábado, outubro 22, 2011
quinta-feira, outubro 20, 2011
segunda-feira, outubro 17, 2011
Homenagem de nossas meninas às Missões Nacionais 2011
- Vede, não desprezeis algum destes pequeninos, porque eu vos digo que os seus anjos nos céus sempre vêem a face de meu Pai que está nos céus.
MATEUS 18.10
Culto das Crianças em 25 set 11 Dom na IBCDC, apresentação da coreografia das meninas em homenagem às Missões Nacionais 2011.
Você já parou para pensar o que vem a ser Culto Infantil? Para respondermos a essa questão, primeiramente precisamos pensar no significado da palavra "culto".
Segundo o dicionário Aurélio, culto significa: "adoração ou homenagem à divindade". A Bíblia usa a palavra culto para se referir tanto ao culto ao único e verdadeiro Deus, como também a deuses falsos e imagens de esculturas (Ex 20:5).
Para nós cristãos, culto é serviço da nossa alma ao nosso Deus. Pensando dessa forma, será que cremos realmente que crianças podem cultuar a Deus?
É claro que as crianças podem e oferecem culto genuíno a Deus. Por isso, precisamos ter cuidado para não desprezá-las. Não usem nunca a palavra "cultinho" para se referir ao culto infantil, pois elas não oferecem culto menor que os adultos.
Um fato importante que devemos observar é que as crianças estavam presentes nas principais celebrações do povo de Israel (Js 8:35, 2 Cr 20:13, Ne 12:43). Elas louvaram a Jesus em sua entrada triunfal em Jerusalém (Mt 21:15). Com isso concluímos que as crianças têm lugar importante no culto a Deus.
Segundo o dicionário Aurélio, culto significa: "adoração ou homenagem à divindade". A Bíblia usa a palavra culto para se referir tanto ao culto ao único e verdadeiro Deus, como também a deuses falsos e imagens de esculturas (Ex 20:5).
Para nós cristãos, culto é serviço da nossa alma ao nosso Deus. Pensando dessa forma, será que cremos realmente que crianças podem cultuar a Deus?
É claro que as crianças podem e oferecem culto genuíno a Deus. Por isso, precisamos ter cuidado para não desprezá-las. Não usem nunca a palavra "cultinho" para se referir ao culto infantil, pois elas não oferecem culto menor que os adultos.
Um fato importante que devemos observar é que as crianças estavam presentes nas principais celebrações do povo de Israel (Js 8:35, 2 Cr 20:13, Ne 12:43). Elas louvaram a Jesus em sua entrada triunfal em Jerusalém (Mt 21:15). Com isso concluímos que as crianças têm lugar importante no culto a Deus.
[texto abstraído do blog: http://amoministerioinfantil.blogspot.com/...]
sábado, outubro 15, 2011
Movimento Diretriz Evangélica
Qualquer livro escrito sobre a história da ação social e a luta dos evangélicos no Brasil por justiça, não pode deixar de retratar a contribuição da Diretriz Evangélica, movimento liderado basicamente por batistas, mas com amplas relações com outros grupos evangélicos e a sociedade brasileira.
O movimento já era atuante no final dos anos 1940, antes de entidades e movimentos reconhecidos como o Setor de Responsabilidade Social da Confederação Evangélica do Brasil, a Fraternidade Teológica Latino-americana, o Pacto de Lausanne, as teologias da Missão Integral da Igreja e da Libertação darem suas contribuições sociais.
Organizado a partir do Rio de Janeiro, então capital do Brasil, o movimento teve entre os seus pioneiros David Malta Nascimento, Lauro Bretones e Himain Lacerda, que lançaram em janeiro de 1949 o primeiro número do jornal Diretriz Evangélica.
Entre os interessantes pontos do decálogo que identificava e orientava as ações do grupo, podem ser destacados:
1. Cremos no Evangelho de Cristo, o programa do reino de Deus, como única solução para os problemas individuais e coletivos;
2. Cremos na dignidade da pessoa humana, por isso que dentro dos postulados do cristianismo condenamos todo e qualquer sistema político-social e religioso que a negue;
3. Cremos que o cristianismo, por ser uma mensagem integral, tem um duplo objetivo: regenerar o indivíduo, salvando-lhe a alma, e santificar as relações sociais do homem.
Com base nestes princípios, Diretriz Evangélica manteve várias atividades como publicação de um jornal, programa radiofônico, colunas n’O Jornal Batista e em outros veículos de informação, como a revista paulista Unitas, de direção presbiteriana.
Em consonância com as ações e princípios do movimento, as igrejas pastoreadas por seus líderes, e outras, como a de Benilton Carlos Bezerra e a de Hélcio da Silva Lessa, que se associaram ao grupo, estabeleceram atividades de assistência e serviço social, sempre visando as transformações estruturais.
No início da década de 60, o movimento publicou Ação Social Cristã, um livro corajoso e pioneiro, de autoria do pastor Hélcio Lessa, cuja capa trazia a foto de uma típica favela carioca. Este livro tornou-se uma referência por, entre outras contribuições, oferecer uma conceituação distinta e fundamental do que seja assistência, serviço e ação social que depois se tornou clássica.
Por causa dessa consciência e tomada de posição, os líderes da Diretriz Evangélica sofreram pressões e críticas, tanto do meio batista e evangélico, quanto de setores conservadores da sociedade. Após o Golpe de 64, o movimento começou a arrefecer, por razões de intolerância e perseguição no país. Taxado de comunista — uma acusação temerária para a época — o grupo ainda resistiu e manteve algumas ações, mas principalmente dentro de suas igrejas.
No entanto, seus sonhos e contribuições para um evangelho integral se mantiveram e frutificaram. Exemplo disso foi o recente encontro realizado em 16 de junho de 2009, no Seminário Batista do Sul, no Rio de Janeiro — uma mesa de reflexão sobre as ações da Diretriz Evangélica e a celebração de um culto a Deus em que foram também homenageados alguns remanescentes, como o pastor David Malta Nascimento, que completou 90 anos. Na ocasião foram distribuídos um boletim especial com textos do movimento e o livro Ação Social Cristã, doado pela família do pastor Hélcio Lessa, morto em 05 de junho de 2009, com quase 83 anos.
Ao relembrar movimentos como este, nossa geração é outra vez desafiada a fazer mais e melhor pela justiça do reino de Deus. Afinal, as diretrizes evangélicas para esta ação são dadas pela própria Palavra de Deus, que exige eficaz cumprimento de todos quantos se identificam como seguidores de Cristo.
Este texto foi publicado anteriormente na edição 319 (julho-agosto 2009) da revista Ultimato.
Clemir Fernandes é formado em Teologia pelo Seminário Teológico Batista do Sul, em Ciências Sociais pela UFF e mestre em Sociologia pela UERJ. É professor de Teologia e Ciências Sociais em faculdades e seminários do Rio de Janeiro. É também pesquisador do Instituto de Estudos da Religião (ISER), redator da revista de estudos bíblicos Compromisso (Juerp/Convenção Batista Brasileira), integrante da coordenação executiva da Rede Evangélica Nacional de Ação Social (RENAS) e coordenador da RENAS Rio. É membro da diretoria da Fraternidade Teológica Latino Americana-Brasil e atual coordenador do núcleo do Rio de Janeiro.
sexta-feira, outubro 14, 2011
Você é a soma resultante de todas as suas experiências! (*)
- Inclusão social é um conjunto de meios e ações que combatem a exclusão aos benefícios da vida em sociedade, provocada pela falta de classe social, origem geográfica, educação, idade, existência de deficiência ou preconceitos raciais. Inclusão Social é oferecer aos mais necessitados oportunidades de acesso a bens e serviços, dentro de um sistema que beneficie a todos e não apenas aos mais favorecidos no sistema meritocrático em que vivemos. Nossa cultura tem uma experiência ainda pequena em relação à inclusão social, com pessoas que ainda criticam a igualdade de direitos e não querem cooperar com aqueles que fogem dos padrões de normalidade estabelecidos por um grupo que é a maioria. E diante dos olhos deles, também somos diferentes. E é bom lembrar que as diferenças se fazem iguais quando colocadas num grupo que as aceitem e as consideram, pois nos acrescentam valores morais e de respeito ao próximo, com todos tendo os mesmos direitos e recebendo as mesmas oportunidades diante da vida.
PROVÉRBIOS 11.14 Sem diretrizes a nação cai; o que a salva é ter muitos conselheiros.
A educação é uma via de duas mãos, um vai-e-volta de relacionamento, aprendizagem e crescimento. Sabemos que não existem fórmulas prontas nem milagrosas para alavancar a educação, mas devemos reconhecer que toda e qualquer iniciativa que tenha por princípio melhorar a qualidade da educação no Brasil deve ser discutida muito seriamente por nossos representantes, pelas escolas, pela comunidade, pelas famílias e pelos educadores. Talvez não tenhamos na inclusão digital a solução para séculos de atrasos, mas é uma possibilidade grande de melhoria e desenvolvimento. Não se trata apenas de inclusão digital, mas de inclusão social, de cidadania.
Inclusão digital é colocar computadores nas escolas? É ensinar as pessoas a apertar botões para pagar as contas, mandar mensagens ou fazer compras? Certamente o significado dessa expressão para a educação é outro. Essa bendita inclusão digital é uma idéia que exige que revisemos o sentido de educar e de ser educador em nosso tempo, enquanto o tempo ainda é de mudanças. Tratar essa questão da inclusão digital implica primeiramente, considerar a questão de políticas educacionais que garantam o direito de acesso às tecnologias e às experiências pedagógicas que promovam o diálogo critico entre estas duas frentes pelas vias da comunicação e da informação. Então, trata-se mais de aprender novas formas de pensar, comunicar e promover a participação pela via da educação e menos de adquirir tecnologias, supostamente indispensáveis.
Inclusão digital é colocar computadores nas escolas? É ensinar as pessoas a apertar botões para pagar as contas, mandar mensagens ou fazer compras? Certamente o significado dessa expressão para a educação é outro. Essa bendita inclusão digital é uma idéia que exige que revisemos o sentido de educar e de ser educador em nosso tempo, enquanto o tempo ainda é de mudanças. Tratar essa questão da inclusão digital implica primeiramente, considerar a questão de políticas educacionais que garantam o direito de acesso às tecnologias e às experiências pedagógicas que promovam o diálogo critico entre estas duas frentes pelas vias da comunicação e da informação. Então, trata-se mais de aprender novas formas de pensar, comunicar e promover a participação pela via da educação e menos de adquirir tecnologias, supostamente indispensáveis.
[Fonte: Texto de Cléo Aquino; Pedagoga; http://arteadoooro.blogspot.com/]
(*) Frase do Pr. Mike Murdock no livro "Os Segredos da Liderança de Jesus "
terça-feira, outubro 11, 2011
Como devemos ver o ORGULHO
O orgulho é o elevado conceito que alguém faz de si próprio ou amor-próprio exagerado. Este é um sentimento que todo ser humano muitas vezes esconde no coração. Dentro do ambiente da música evangélica, por exemplo, é muito fácil encontrar cristãos envaidecidos pelo conhecimento de louvor, espiritualidade, experiência musical ou por qualquer outra qualidade que possuem.
Quando a palavra orgulho é mencionada neste estudo, sua citação inclui todas as suas palavras relacionadas e sinônimas: vanglória, soberba, vaidade, presunção infundada e outras. Para iniciar esta parte, vamos partir de alguns trechos fundamentais da Palavra de Deus, seguindo suas explicações:
1.1 - Cuidado com a Vanglória: Gálatas 5:25,26: "Se vivemos no Espírito, andemos também no Espírito. Não nos deixemos possuir de vanglória, provocando uns aos outros, tendo inveja uns dos outros".
Quando o levita se deixa possuir de vanglória, ele está cometendo dois erros básicos: roubando a glória de Deus e quebrando a comunhão com os irmãos do grupo. O texto acima deixa claro que quando a pessoa deseja glória para si, ela provoca as pessoas que a rodeiam, o que acaba criando barreiras entre os membros do grupo.
No trecho acima, a Bíblia ordena que nós não nos deixemos possuir de vanglória. Podemos perceber facilmente que uma palavra está intimamente associada a este assunto: os elogios. Tenho visto que muitos músicos cristãos sobem a plataforma para ministrar, esperando ansiosamente por elogios de homens. Este sentimento de ansiosidade ataca os levitas geralmente em eventos onde um grande número de pessoas está envolvido. Todos devem esperar pelo elogio que vem do Senhor, e Ele honrará conforme o seu tempo.
1.2 - A Importância da Humildade no Corpo: Romanos 12.16: "Tende o mesmo sentimento uns para com os outros; em lugar de serdes orgulhosos, condescendei1 com o que é humilde; não sejais sábios aos vossos próprios olhos".
(1) - condescender = concordar, aceitar, transigir.
A Bíblia deixa claro que os cristãos não devem tratar uma pessoa diferentemente da outra, mas devem ter os mesmo sentimentos uns para com os outros. Nesta parte do livro quero abrir parênteses ressaltando a importância da humildade no corpo de Cristo. Em 1 Coríntios, o apóstolo Paulo compara a Igreja aos nossos corpos físicos, onde cada membro tem uma função especial, mas todos trabalham juntos. Ele diz: "O corpo não é um só membro, mas muitos. Se disser o pé: Porque não sou mão, não sou do corpo; nem por isso deixa de ser corpo. ...Mas Deus dispôs os membros, colocando cada um deles no corpo, como lhe aprouve". Paulo continua: "Há muitos membros, mas um só corpo. Não podem os olhos dizer a mão: Não precisamos de ti; nem ainda a cabeça, aos pés" (1 Cor. 12:14-21). Paulo ainda acrescenta que até os membros do corpo que pareçam ser os mais fracos ou os menos úteis são necessários para que o corpo seja perfeito. Portanto, ninguém pode se orgulhar por algum motivo especial, porque a Palavra diz: "...condescendei com o que é humilde".
Em Romanos 12:3 a 5, a Bíblia diz: "Porque, pela graça que me foi dada, digo a cada um dentre vós que não pense de si mesmo além do que convém; antes, pense com moderação, segundo a medida da fé que Deus repartiu a cada um. Porque assim como num só corpo temos muitos membros, mas nem todos os membros têm a mesma função, assim também nós, conquanto muitos, somos um só corpo em Cristo e membros uns dos outros,...".
1.3 - Ninguém Julgue Ser Alguma Coisa: Gálatas 6:3: "Porque, se alguém julga ser alguma cousa, não sendo nada, a si mesmo se engana".
Dentro da área musical das igrejas, muitos cristãos têm sido cegados pelo orgulho musical ou espiritual. Isto acaba atrapalhando a obra de Deus. Ao contrário do que vemos por aí, ninguém deve se julgar um bom músico ou um músico espiritual, e se orgulhar nisso. A Bíblia é clara: quem alimenta este sentimento, a si mesmo se engana.
Algum tempo atrás, ouvi um testemunho à respeito de um músico recém convertido numa igreja evangélica na cidade de Nova York. Sua história relata que ele foi tomado por um sentimento de orgulho no início de sua caminhada cristã. Como bom cantor e pianista que era, ele pensou que logo após ter aceitado Jesus, seria chamado para cantar e tocar na igreja. Passando-se algum tempo, vendo ele que isto não acontecia, disse ao seu pastor: "Eu quero trabalhar na obra de Deus! O que eu posso fazer na igreja?". O pastor sabiamente respondeu: "Peque este desentupidor de pia e comece a trabalhar!".
A história acima serve de grande exemplo para nós. Quando uma pessoa é tomada pelo sentimento do orgulho, Deus a coloca lá embaixo. Porém quando a pessoa vive em humildade, Deus há seu tempo a honrará, como já mencionei anteriormente. Ele começa a trabalhar na vida de uma pessoa quando ele encontrar humildade no coração dela.
Todas as pessoas que desejam ser usados por Deus devem estar constantemente orando para que pensamentos e sentimentos soberbos não entrem em seus corações. Acredito que humildade é uma virtude agradável aos olhos de Deus e um bom início para aqueles que desejam trabalhar nesta área ministerial.
Quando a palavra orgulho é mencionada neste estudo, sua citação inclui todas as suas palavras relacionadas e sinônimas: vanglória, soberba, vaidade, presunção infundada e outras. Para iniciar esta parte, vamos partir de alguns trechos fundamentais da Palavra de Deus, seguindo suas explicações:
1.1 - Cuidado com a Vanglória: Gálatas 5:25,26: "Se vivemos no Espírito, andemos também no Espírito. Não nos deixemos possuir de vanglória, provocando uns aos outros, tendo inveja uns dos outros".
Quando o levita se deixa possuir de vanglória, ele está cometendo dois erros básicos: roubando a glória de Deus e quebrando a comunhão com os irmãos do grupo. O texto acima deixa claro que quando a pessoa deseja glória para si, ela provoca as pessoas que a rodeiam, o que acaba criando barreiras entre os membros do grupo.
No trecho acima, a Bíblia ordena que nós não nos deixemos possuir de vanglória. Podemos perceber facilmente que uma palavra está intimamente associada a este assunto: os elogios. Tenho visto que muitos músicos cristãos sobem a plataforma para ministrar, esperando ansiosamente por elogios de homens. Este sentimento de ansiosidade ataca os levitas geralmente em eventos onde um grande número de pessoas está envolvido. Todos devem esperar pelo elogio que vem do Senhor, e Ele honrará conforme o seu tempo.
1.2 - A Importância da Humildade no Corpo: Romanos 12.16: "Tende o mesmo sentimento uns para com os outros; em lugar de serdes orgulhosos, condescendei1 com o que é humilde; não sejais sábios aos vossos próprios olhos".
(1) - condescender = concordar, aceitar, transigir.
A Bíblia deixa claro que os cristãos não devem tratar uma pessoa diferentemente da outra, mas devem ter os mesmo sentimentos uns para com os outros. Nesta parte do livro quero abrir parênteses ressaltando a importância da humildade no corpo de Cristo. Em 1 Coríntios, o apóstolo Paulo compara a Igreja aos nossos corpos físicos, onde cada membro tem uma função especial, mas todos trabalham juntos. Ele diz: "O corpo não é um só membro, mas muitos. Se disser o pé: Porque não sou mão, não sou do corpo; nem por isso deixa de ser corpo. ...Mas Deus dispôs os membros, colocando cada um deles no corpo, como lhe aprouve". Paulo continua: "Há muitos membros, mas um só corpo. Não podem os olhos dizer a mão: Não precisamos de ti; nem ainda a cabeça, aos pés" (1 Cor. 12:14-21). Paulo ainda acrescenta que até os membros do corpo que pareçam ser os mais fracos ou os menos úteis são necessários para que o corpo seja perfeito. Portanto, ninguém pode se orgulhar por algum motivo especial, porque a Palavra diz: "...condescendei com o que é humilde".
Em Romanos 12:3 a 5, a Bíblia diz: "Porque, pela graça que me foi dada, digo a cada um dentre vós que não pense de si mesmo além do que convém; antes, pense com moderação, segundo a medida da fé que Deus repartiu a cada um. Porque assim como num só corpo temos muitos membros, mas nem todos os membros têm a mesma função, assim também nós, conquanto muitos, somos um só corpo em Cristo e membros uns dos outros,...".
1.3 - Ninguém Julgue Ser Alguma Coisa: Gálatas 6:3: "Porque, se alguém julga ser alguma cousa, não sendo nada, a si mesmo se engana".
Dentro da área musical das igrejas, muitos cristãos têm sido cegados pelo orgulho musical ou espiritual. Isto acaba atrapalhando a obra de Deus. Ao contrário do que vemos por aí, ninguém deve se julgar um bom músico ou um músico espiritual, e se orgulhar nisso. A Bíblia é clara: quem alimenta este sentimento, a si mesmo se engana.
Algum tempo atrás, ouvi um testemunho à respeito de um músico recém convertido numa igreja evangélica na cidade de Nova York. Sua história relata que ele foi tomado por um sentimento de orgulho no início de sua caminhada cristã. Como bom cantor e pianista que era, ele pensou que logo após ter aceitado Jesus, seria chamado para cantar e tocar na igreja. Passando-se algum tempo, vendo ele que isto não acontecia, disse ao seu pastor: "Eu quero trabalhar na obra de Deus! O que eu posso fazer na igreja?". O pastor sabiamente respondeu: "Peque este desentupidor de pia e comece a trabalhar!".
A história acima serve de grande exemplo para nós. Quando uma pessoa é tomada pelo sentimento do orgulho, Deus a coloca lá embaixo. Porém quando a pessoa vive em humildade, Deus há seu tempo a honrará, como já mencionei anteriormente. Ele começa a trabalhar na vida de uma pessoa quando ele encontrar humildade no coração dela.
Todas as pessoas que desejam ser usados por Deus devem estar constantemente orando para que pensamentos e sentimentos soberbos não entrem em seus corações. Acredito que humildade é uma virtude agradável aos olhos de Deus e um bom início para aqueles que desejam trabalhar nesta área ministerial.
[texto de Ramon Tessmann]
A MUDANÇA NA VIDA DE GANÂNCIA ORGULHO E MALDIZER
O NOSSO MESTRE E SALVADOR DEU-NOS UMA OPORTUNIDADE DE NOSSA VIDA MELHORAR.
Ele faz mais do que recomendar a caridade, pondo-a, claramente em termos explícitos, como a condição absoluta da felicidade futura. No quadro que Jesus apresenta, do juízo final, como em muitas outras coisas, temos de separar o que pertence à figura e à alegoria. Os homens como aos que falava ainda incapazes de compreender as coisas puramente espirituais, devia apresentar imagens materiais, surpreendentes e capazes de impressionar. Para que fossem mais bem aceitas, não podia mesmo afastar-se muito das ideias em voga, no tocante à forma, reservando sempre para o futuro a verdadeira interpretação das suas palavras e dos pontos que ainda não podia explicar claramente.
Mas, ao lado da parte acessória ou figurada do quadro, uma ideia dominante: a da felicidade que espera o justo e a da infelicidade reservada ao mau. Nesse julgamento supremo, quais são os considerandos da sentença? Sobre o que se baseia a inquirição? Pergunta o juiz se foram atendidas estas ou aquelas formalidades, observadas mais ou menos estas ou aquelas práticas exteriores? Não, ele só pergunta por uma coisa: a prática da caridade. E se pronuncia dizendo: "Passai à direita, vós que socorrestes aos
vossos irmãos; passai à esquerda, vós que fostes duros para com eles." Indaga pela ortodoxia da fé? Faz alguma distinção entre o que crê de uma maneira, e o que crê de outra? Não, pois Jesus coloca o samaritano, considerado herético, mas que tem amor ao próximo, sobre o ortodoxo a quem falta caridade.
Jesus não faz, portanto, da caridade, uma das condições da salvação, mas a condição única. Se outras devessem ser preenchidas, Ele as mencionaria. Se Ele coloca a caridade na primeira linha entre as virtudes, é porque ela encerra implicitamente todas as outras: a humildade, a mansidão, a benevolência, a justiça etc.; e porque é ela a negação absoluta do orgulho e do egoísmo.
Mas, ao lado da parte acessória ou figurada do quadro, uma ideia dominante: a da felicidade que espera o justo e a da infelicidade reservada ao mau. Nesse julgamento supremo, quais são os considerandos da sentença? Sobre o que se baseia a inquirição? Pergunta o juiz se foram atendidas estas ou aquelas formalidades, observadas mais ou menos estas ou aquelas práticas exteriores? Não, ele só pergunta por uma coisa: a prática da caridade. E se pronuncia dizendo: "Passai à direita, vós que socorrestes aos
vossos irmãos; passai à esquerda, vós que fostes duros para com eles." Indaga pela ortodoxia da fé? Faz alguma distinção entre o que crê de uma maneira, e o que crê de outra? Não, pois Jesus coloca o samaritano, considerado herético, mas que tem amor ao próximo, sobre o ortodoxo a quem falta caridade.Jesus não faz, portanto, da caridade, uma das condições da salvação, mas a condição única. Se outras devessem ser preenchidas, Ele as mencionaria. Se Ele coloca a caridade na primeira linha entre as virtudes, é porque ela encerra implicitamente todas as outras: a humildade, a mansidão, a benevolência, a justiça etc.; e porque é ela a negação absoluta do orgulho e do egoísmo.
[texto de Israel Marques]
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